• Rosana Seager

Sobre a escuta do corpo que se abre para o processo de nascer


A gestação para muitas mulheres é somente o início de uma enorme mudança.


Para outras, o trabalho de parto corresponde um rito de passagem em direção ao total desconhecido: a maternagem.

Para algumas esse início se dá ao se ouvir o primeiro choro do bebê. Para outras mulheres, o processo de se tornar mãe é tão longo e demorado, que o início se dá nesse processo de espera, investimento e muitas decisões que precisam ser tomadas.


Outras mulheres iniciam esse processo muito antes de de fato tentarem engravidar. Como um preparo emocional para essa nova jornada.


Em qualquer situação, essa mulher precisa de acolhimento. Seu corpo necessita de cuidados, seu emocional precisa de colo, seu mental busca diálogo, fala e escuta.


Gestar, parir, maternar é o nascer de uma nova personalidade, uma transformação visceral.

Independente da via de fecundação, da via de chegada de uma criança até uma família, independente da via de nascimento, uma nova configuração familiar nasce.


Nascimento de qualquer mudança é abertura.

Frente a mudanças profundas, como é essencial a escuta de como a mudança reverbera no nosso íntimo, no nosso corpo, nas nossas reações, nas nossas manifestações.

Escutar a si mesmo é ter amor próprio. É ser acolhedora consigo mesma e compreender que na vida há diversos momentos que precisamos de ajuda, de uma mão que segure firme na nossa, olho no olho e uma boa respiração profunda.

Quero dizer que estou aqui para qualquer situação que você esteja vivendo, assim como inúmeros profissionais incríveis.

Aqui tem escuta, tem colo e acolhimento.


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